MINHA RESPOSTA

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Foto: por-do-sol em São José do Norte (do autor).

 

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda, aprendiz de poeta e de revolucionário.

 

Minha resposta… é sim!

Refleti, pensei em talvez…

também quis refugiar-me no silêncio…

mas não seria justo com a verdade.

Meus olhos me trairiam,

minhas mãos me trairiam,

meus versos me trairiam

o meu ser não aceitaria…

 

Na verdade, fizeste a pergunta errada.

A correta, seria apenas uma reflexão frente à intensidade.

Aliás, não precisas de mediação,

muito menos sentir medo…

Aprendi, com o tempo, a ser paciente,

a lidar com limites,

com as dificuldades,

e a enfrentar as barreiras opressoras…

 

Não tenho medo do sofrimento, sei enfrenta-lo…

Minha mente parece aprisionada,

e para libertá-la, a verdade precisa ser dita.

Desejo rever o brilho dos teus olhos refletidos pelas águas,

os vários matizes que eles apresentam,

teus cabelos remexidos pelo vento…

também desejo sentir novamente encontro inusitado com a vida que resiste,

ou do Sol caminhando por seu rosto nestas manhãs de inverno…

 

Sou assim, sou intenso….

sonho, intensamente,

luto, intensamente,

desejo intensamente

e, por isto tudo, amo intensamente…

Não consigo abandonar o meu jeito revolucionário de amar,

porque no dia em deixar de lutar, de sentir,

sobretudo, deixar de te amar, também deixarei de existir…

 

 

 

 

 

 

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