QUANDO TE CONHECI

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Foto: Parque Urbano do Bolaxa, Rio Grande/RS (12/11/2016).

 

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda

 

Quando te conheci duas palavras nos uniram: amar e revolução.

Falávamos sobre a vida, sobre sonhos, sobre sentimentos, sobre poemas.

Florbela Espanca, Neruda, Drummond, Beneddetti, Camões…

tão diversos eram nossos encontros que o mundo tornou-se amplo.

Conheci teus versos, o teu eu mais profundo e toda a beleza que escondes.

Daí veio a descoberta de algo novo, que crescia e o silêncio…

Trilhei caminhos que não eram meus, afoguei minha alma e tentei te esquecer.

Algo impossível, bem sabes, pois nada, nem o tempo é capaz de vencer o infinito.

E são infinitas as alternativas que me levam a ti.

Não és apenas a mais bela das criaturas, como uma das mais nobres.

Os teus olhos despertam minha inspiração

e o teu sorriso, mesmo quando contido, alimenta o meu ser.

Particularmente, não tenho medo da rejeição.

Somente hedonistas temem amar sem retorno.

Mas confesso, não sei viver silenciado.

O meu espírito rebelde exige mais. Precisa tomar as ruas,

mesmo que para declarar um amor que só eu alimento.

Assim cresço, avanço, aprendo.

A minha vida é a aprendizagem do amor

e só por te conhecer, aprendi que nenhuma das minhas lutas é maior do que o brilho do teu olhar!

 

 

 

 

 

 

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