SONETO DO AMOR INFINITO

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Foto: Claude Monet, a Passarela Japonesa.

 

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda

Minha cabeça parece perdida em mundos estranhos.

Palavras somem, adjetivos, antes tão pródigos, desaparecem do meu vocabulário.

Apenas o teu sorriso domina a minha mente.

A tua voz e o sentimento íntimo aprisionado durante anos.

Sinto que meus passos só ganham ritmo quando encontram o teu brilho.

Que a minha voz, antes silenciada, cresce por entre as montanhas

e o meu coração, diverso, dominado por amores confusos,

entrega-se de forma plena aos domínios do ser.

Moça que controla o tempo, tens o dom de proclamar a vida,

de fazer nascer a esperança até nos corações mais humildes

e de transmitir a paz apenas com a luz do teu olhar.

És como o vento, leva a tua energia aos mais distantes universos.

Nem meus versos, meus poemas, são capazes de declarar tanta beleza,

mas não canso, em nenhum momento, de repetir que és doce, de repetir que és linda!

 

 

 

 

 

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