NÃO DUVIDES

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Foto: Ettore e Andromaca (1917), de Giogio Chirico

 

Autor: Sandro Ari Andrade de Miranda

 

Não duvides quando digo que te amo,

pois se digo, é porque simplesmente te amo.

Abrir o coração em verso é um desafio

tão grande que reflito a cada palavra.

Mas diante da tua presença,

tudo se apequena.

És tão bela que o jogo das metáforas torna-se inconsistente.

Não existem formas simples de descrevê-la.

Sinto-me como um navegante perdido em tempestade,

luto contra as vagas sufocantes das pulsões

e do desejo insano de tocar-lhe os lábios.

A doçura da tua voz me embriaga,

caminho tropego em desespero para gritar te amo,

pois da profundidade da minha alma, te amo.

Conto as horas, os minutos…

cada instante longe de ti é uma eternidade.

Tento controlar a tentação de buscar-te,

mas até o calor dos raios de sol lembram-me de ti.

Neste momento, não consigo conter o sorriso que toma conta da minha face,

ele é incontrolável, um misto de prazer e ansiedade que me domina.

Por isto, não duvides, porque te amar é parte da minha essência.

 

 

 

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